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Quem ri seus males espanta

maio 16, 2014 #alegria, #felicidade, #terapia

Pessoas reunidas para rir. Pode parecer piada, mas a reunião é coisa séria. O som das gargalhadas enche o local e é difícil não parar para olhar. Mais difícil ainda é não se contagiar e não rir, mesmo que timidamente.

Liderado pela doutora Úrsula Luise Kirchner, cofundadora e embaixadora do Clube da Gargalhada no Brasil, a técnica desenvolvida pelo Dr. Madan Kataria, um médico de Mumbai, Índia, tem base na ciência do Hasya Yoga (Hasya, em sânscrito, significa gargalhar), que consiste em gargalhar em grupo, utilizando a técnica do yoga.

Úrsula conta que no riso utilizamos apenas os músculos do rosto, enquanto na gargalhada, o diafragma –considerado pelos praticantes da terapia do riso como cérebro emocional – é utilizado. “Quando você se assusta, você sente onde? Na barriga! Essa região é muito importante”, enfatiza.

A fundadora explica ainda que nessa terapia não se ri do outro e nem se usa piadas, porque o objetivo é rir de si mesmo. “A ideia é olhar de maneira positiva para o que está me acontecendo. Para isso, é preciso treinar o cérebro de uma maneira positiva. A respiração e o movimento que aprendemos na terapia da gargalhada levam a pessoa a essa sensibilização”, conta.

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